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Meu primeiro dia de Intercâmbio | Minha experiência e o que eu senti

Por Natália Gomes

Histórias em Destaque
  • Mas bora lá, saber como foi a minha experiência com o Intercâmbio
  • Mas pera aí Natália, o que acontece no primeiro dia de Intercâmbio?
  • Como era a divisão de níveis antes e pós COVID-19?
  • O que eu senti, fazendo tudo isso sozinha?

Heys Guys! Como vocês estão? Que tal falar sobre o meu primeiro dia de Intercâmbio, aqui na Nova Zelândia e como foi a minha sensação, já que nunca tinha estudado inglês antes.

Mas conta para nós nos comentários, vocês já fizeram Intercâmbio? Pretendem fazer? Conhecem alguém que já tenha feito? Já perguntaram como foi à experiência de fazer Intercâmbio e morar fora por um determinado período de tempo?

Posso garantir uma única reposta que vai existir para todas essas perguntas, vai ser um mix imenso de sentimentos, sensações e experiências malucas que jamais você imaginou ter feito e vivenciado antes.

Confere nosso Instagram o @tevejolafora lá tem muitas outras informações sobre Queesntown e como é viver por aqui.

Já falamos aqui sobre outros temos, referentes à Nova Zelândia em outros artigos, minha história com meu namorado, como eu conheci ele e a decisão de vir para Nova Zelândia, como foi o caminho até chegar aqui e sobre nossas casas aqui na Nova Zelândia vivendo juntos.

Se você não viu ainda os outros, corre lá para ver todos, tem muita coisa legal que pode ajudar vocês e temos o nosso Instagram o @tevejolafora que mostra a vida como ela é, vivendo aqui em Queenstown na Nova Zelândia, um casal  feliz e sonhador.

Mas bora lá, saber como foi a minha experiência com o Intercâmbio.

Bem como já disse eu nunca havia feito qualquer curso de inglês sem ser aqui na Nova Zelândia, sim eu vim sem inglês nenhum, vim apenas com um sonho na mala e um amor imenso no coração para ver logo meu lindo namorado, o Sameyr, que já estava aqui.

Deve estar se perguntando, mas e como foi viajar para o outro lado do mundo sem falar o inglês? E eu respondo; – foi a maior loucura que poderia ter feito, mas que não me arrependo de nada valeu e vale cada instante desta doce e maluca aventura que vivemos juntos aqui na Nova Zelândia.

Estávamos indo para Gondola ver Queenstown de cima, depois da escola, Sameyr me buscou e subimos, está foto foi tirada já uns dias depois do primeiro dia de aula.

Mas confesso que estava um pouquinho nervosa, com frio na barriga, pois logo que cheguei Sameyr me recebeu e fomos fazer nossa primeira Trip juntos por alguns lugares aqui na Ilha Sul (falei mais isso sobre em outro artigo: Rumo á Nova Zelândia | Primeiro voo, primeira trip, vai lá conferir, está bem legal).

Ele dedicou seu tempo para me receber, porém no meu primeiro dia de Intercâmbio ele estaria trabalhando, eu faria tudo sozinha, andar pela cidade, comprar comida se precisasse, este seria meu primeiro momento só!

Para outras pessoas que vem sozinhas este momento já teria acontecido antes logo de cara, mas o meu foi neste dia.

Foi um mix de sentimentos, estava animada por estar fazendo uma coisa nova, como já disse antes, tenho um lema que levo sempre comigo, que é exatamente, quando foi a última vez que fiz algo pela primeira vez? Isso me deixou animada por poder vivenciar este momento, mas é uma loucura, não seria apenas estudar, seria ter que estudar, aprender e ser tudo isso em uma língua nova que nunca tinha estudado antes. Havia outros brasileiros, os que eu conheci no caminho vindo para Nova Zelândia e outros que conheci ali na hora.

Mas pera aí Natália, o que acontece no primeiro dia de Intercâmbio?

Minha escola aqui em Queenstown foi a Southern Lakes English College, conhecida popularmente como SLEC.

Sameyr teve uma experiência diferente da minha, já que ele estava sozinho e estudou na Language Schools New Zealand, conhecida como LSNZ, se quiserem falar mais sobre como é as escolas, pode nos mandar mensagem pelo direct no instagram do @tevejolafora que o que pudermos ajudar, nós ajudaremos com certeza.

Iniciar um novo projeto pessoal parece assustador e é, porém não desista você é capaz de resolver qualquer coisa que esteja na sua frente.
Teste de nivelamento

Na SLEC, logo de cara quando você chega você faz um teste de nivelamento, para saber seu nível de inglês (o meu nós já sabíamos né? Era Zero! Rindo alto de desespero e nervoso) assim descobrir em qual nível você está e para qual sala você deve ir.

O teste não é nada assustador, são perguntas para entender sua gramática, uma conversa com a orientadora da escola, para saber um pouco sobre você, de onde você veio, qual país você é e a sua cidade, para entender seus costumes e sua nacionalidade, já que veem gente de todo lado estudar aqui, saber o que você fazia no seu país, sua profissão, hobbies esses tipos de coisas.

Tem uma conversa com todos onde a orientadora fala sobre as regras, deveres e obrigações dos alunos, aquele famoso “pode, não pode”.

Passeio pela cidade

E depois eles levam você para dar uma volta pela cidade, sai o grupo de alunos andando pela cidade que estão iniciando naquela segunda-feira, todos juntos conhecerem os pontos turísticos, onde ficam os pontos de ônibus, mostrar onde carregar seu cartão e como comprar ele, mostra onde tem um mercado, que inclusive tem um na rua da escola, eles falam dos outros que não estão na rua, mas que são mais baratos.

O PAK’nSAVE aqui de Queenstown é o mais barato e inclusive tem a sua marca própria, que é ótima com excelente qualidade, porém é mais barata (Sameyr e eu, só compramos a marca deles, então pode confiar é muito boa).

Queenstown é uma cidade bem pequena, que se mistura com a natureza de forma a dar impressão de que a cidade faz parte integrada da natureza, onde uma não atrapalha a outra e sim complementa.

Depois da volta na rua, o grupo todo volta para escola tem outra conversa, falando sobre o próximo dia, que aí de fato será o primeiro dia de aula. Aonde você vai para sua sala, encontra seu professor, pega seus livros (que serão devolvidos ao final do curso e você recebe um valor por eles, isso já está no contrato que você fecha com sua agência de intercâmbio, é preciso manter eles em bom estado e não se pode riscar ou escrever neles para que você receba o valor acertado).

Interessante: seus livros usados durante o período do curso, serão devolvidos ao final e você recebe um valor por eles caso estejam em bom estado.

Somente este dia acontece a interação com os seus novos classmates, e o seu professor, vai entender a dinâmica de como é o ensino, sobre como é a dinâmica do seu professor e do seu nível que foi colocado, já que cada professor tem sua didática própria destinada para o nível atual que você está, para que você aprenda e possa mudar de nível e então começar um novo, com novo livro e conhecer novos colegas de classe.

Classmates – Significa colegas de classe. 

Uma atividade recreativa que fizemos na sala de aula, eu e mais três colegas. Essas atividades são bem comuns de acontecer.

Como era a divisão de níveis antes e pós COVID-19?

Antes do caos no mundo, ou seja, antes do COVID-19, os níveis aqui na SLEC eram Elementary, Pre-Intermediate, Intermediate, Upper Intermediate, Advanced, o meu logicamente seria o primeiro, não tínhamos dúvida disso, não é mesmo (RISOS).

Hoje conversei com minha professora que me deu aula, a Tatiane Espindola, que dá aulas na SLEC sobre como está os níveis e está sendo assim, Low General English, High General English, Academic que é para o IELTS

Para saber mais como está o sistema novo devido ao COVID-19 e se será assim agora em diante, então entre em contato com a escola ou mesmo com o seu agente de intercâmbio, para entender melhor.

Alguns dos meus colegas de classe no dia da formatura de uma de nossas colegas e nossa professora Tatiane Espindola.

A Tatiane tem um instagram onde começou a compartilhar sua rotina de mãe de primeira viagem vivendo aqui na Nova Zelândia, ela mostra a sua rotina de mãe, do dia a dia e de serviço, se quiserem acompanhar o instagram dela é o @abordocomtati vocês vão amar e se tiverem dúvidas, mandem mensagem para ela e o que ela puder ajudar, ela ajudará vocês, tenho certeza disso.

Leia a entrevista que o Brasil News fez com a Tatiane Aqui.

Está é a Professora Tatiane Espindola, no nosso amigo secreto de Natal e eu tirei ela.

O que eu senti, fazendo tudo isso sozinha?

No primeiro dia, fiquei bem ansiosa, mas me saí bem.

Fiquei feliz por ter vivido esta experiência que nunca tinha feito antes e estava vivendo aqui na Nova Zelândia.

Foi um sentimento de: – Caramba, é real e oficial! Tô em Queenstown na Nova Zelândia, longe de tudo e todos, família, amigos, tudo que conheço, vivendo isso pela primeira vez.

Então bora lá.

No final do meu dia de escola fui ver o Sameyr no serviço dele, (já comentamos nos outros artigos, que o Sameyr é Chef do Restaurante The Cow aqui em Queenstown que por sinal é uma gracinha e o mais antigo, não deixem de ir lá conferir a gastronomia e apreciar o local e sua arquitetura, que era um antigo celeiro, vocês vão amar a experiência).

Passei algumas horas com ele, já que aquele dia foi mais calmo e depois fui para casa.

Sameyr estava nervoso também, por não poder estar comigo neste dia (caso eu precisa-se de algo, afinal, como sempre falamos, sobre uma dupla e estamos juntos para tudo e o que for). Mas ele ficou feliz que tenha dado tudo certo e que me saí bem nos dias que fiquei sem ele, logo de cara, já que ele trabalhava e eu ainda não.

Nós dois Sameyr e eu, observando Queenstown lá de cima, da Skyline, vendo como é lindo, este é o meu lugar preferido de Queesntown.

Ah, aguenta aí que falaremos disso no próximo artigo, como comecei a trabalhar, como arrumei e onde foi.

Então não percam o próximo artigo que veem recheado de muitas aventuras, informações e curiosidades.

Até lá, deem uma olhada nos outros artigos que já compartilhamos com vocês, eles tem tantas outras coisas e o nosso instagram o @tevejolafora que contamos tudo sobre o que achamos de morar aqui em Queenstown. E aí, te vejo lá fora? Estamos tão ansiosos para que sim e tão breve quanto possível, fiquem com Deus.

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Preciso trabalhar e agora? | como arrumei emprego na Nova Zelândia
Rotina de Intercâmbio | é fácil de adaptar em um novo país?

Quem sou

Prazer meu nome é Natália Gomes, sou brasileira de Carapicuíba, São
Paulo capital. Sou Arquiteta Urbanista e Designer de Interiores.
Sou uma sonhadora que gosta de se aventurar pelo mundo a fora. Proprietária em conjunto com Sameyr Assaf, meu namorado, do Projeto Te vejo lá fora, no Instagram @tevejolafora e Facebook @tevejolafora. Convido você a nos acompanhar pelo mundo a fora.
E aí, @tevejolafora ?

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2 Comentários

  1. Oi Naty, pois é, primeiro dia dá sempre um friozinho na barriga. Mas o importante é curtir o momento ….. É legal ter memórias como esse não é mesmo? Obrigada por compartilhar sua experiência coma gente 🤩

    1. Oie Aline, muito obrigada pelo carinho conosco sempre e por seu tempo e leitura. Realmente, dá um frio enorme na barriga, mas é uma sensação maravilhosa. Fico muito feliz por construir recordações de tantos momentos, e maravilhoso. Fique com Deus minha amiga. Obrigada e gratidão por ser sempre essa pessoal maravilhosa. Atenciosamente, Natália Gomes

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